
Guia prático
Como montar o roteiro de entregas do dia sem planilha
O passo a passo que transforma a pilha de pedidos em ordem de parada por veículo, do levantamento do cadastro até o fechamento do...
Roteirização para distribuidora de bairro
Você joga os pedidos do dia e o Percursa devolve a sequência de cada veículo pela janela de recebimento do cliente e pela capacidade real da carroceria, em quilos e em caixas. O que não foi entregue volta com motivo registrado e entra sozinho no roteiro do dia seguinte.
O buraco da madrugada
Em distribuidora de bairro a sequência de entrega existe, só que ela mora na cabeça de quem separou as notas. Quando não está escrita, cada motorista inventa a sua e o prejuízo aparece diluído no fim do mês.
Alguém chega às quatro da manhã e separa as notas por bairro em cima da mesa para decidir a ordem de cada veículo. Como nada disso fica gravado, ninguém consegue explicar depois por que o caminhão atravessou a cidade duas vezes no mesmo dia.
Ele sai com a pilha na mão e começa pelo cliente mais fácil ou por quem oferece café. O bar que abre às onze recebe visita às oito e a carga volta inteira para o galpão.
Mercado que só recebe das sete às dez, escola que não aceita descarga em horário de aula, restaurante fechado das quinze às dezoito. Cada janela perdida transforma uma entrega em duas viagens pagas.
Sem ordem gravada e sem motivo de insucesso, combustível, hora extra e reentrega viram um total único no fechamento do mês. O endereço errado que derruba a mesma entrega há meio ano continua intacto no cadastro.
Como funciona
São quatro etapas que cabem antes do carregamento. Nenhuma delas pede que a sua equipe mude o jeito de trabalhar.
Você cola a lista, importa a planilha que já usa ou envia o pedido que sai do seu sistema de vendas. Cada cliente carrega endereço confirmado, ponto de referência, janela de recebimento e o peso e as caixas do pedido.
A distribuição respeita a capacidade real de cada carroceria em quilos, caixas e garrafões, e não apenas a distância entre os pontos. Você vê a prévia na tela e arrasta uma parada de um veículo para outro quando o carregamento pedir.
A sequência abre no navegador do celular, sem instalar aplicativo e sem criar senha. Cada parada mostra endereço, ponto de referência, telefone, observação de recebimento e o botão para abrir a navegação.
Entregue, entregue em parte ou não entregue, sempre com o motivo escolhido em lista. O que ficou entra na fila do roteiro seguinte e o dia fecha com quilômetros, tempo em rota e custo por parada.
O que vem pronto
Nada aqui foi feito para impressionar em apresentação. Serve para montar a rota, mandar o motorista e fechar o dia.
Cada cliente tem o horário em que aceita descarga, o intervalo de almoço e o dia da semana em que não recebe. A sequência é montada dentro dessas janelas antes de olhar distância.
O veículo tem limite de quilos, de caixas e de garrafões, e a divisão da carga respeita os três. Quando o pedido não cabe, o sistema mostra o que ficou de fora antes de o caminhão sair do pátio.
A sequência vai por WhatsApp e abre no navegador de qualquer celular, inclusive no aparelho do ajudante. Não existe loja de aplicativo, senha nem treinamento para o motorista que entra hoje.
Cliente fechado, endereço errado, recusa por avaria, falta de dinheiro ou rua sem acesso para o veículo: a baixa exige o motivo. É o motivo que revela o padrão que o total do mês escondia.
A entrega que não aconteceu entra na fila do próximo roteiro junto com a observação do motorista. Ninguém precisa lembrar de reprogramar no caderno.
Cada rota fechada soma quilômetros, tempo em rota e insucessos por cliente. Em poucas semanas fica claro qual endereço custa mais do que o pedido que ele gera.
O que muda
Não se trata de mapa bonito na tela. Trata-se de carga que não volta, madrugada mais curta e cliente atendido no horário dele.
Quando a janela de recebimento entra na conta, a viagem perdida deixa de ser rotina de todo dia. Cada reentrega evitada é frete que você deixa de pagar duas vezes pela mesma mercadoria.
Montar a sequência de três veículos deixa de ser uma hora de mesa e vira conferência de tela. Quem fazia isso volta para o que rende mais dentro da operação.
O comércio recebe na janela combinada e para de ligar perguntando onde está o caminhão. Nível de serviço é o que segura o cliente quando aparece um concorrente com preço parecido.
Com custo por parada gravado, dá para discutir pedido mínimo, taxa de entrega e frequência de visita por região. A conversa com o cliente que dá prejuízo passa a ter base.
Antes de assinar
O Percursa está em acesso antecipado e ainda não tem base de clientes para exibir. Então aqui vai só o que você consegue conferir por conta própria.
A sequência do dia é uma página protegida por link, que roda no aparelho que o motorista já tem no bolso. Você pode abrir o link de exemplo no seu celular antes de decidir qualquer coisa.
A lei brasileira fixa jornada, intervalo e tempo de espera do motorista profissional empregado. O roteiro mostra a duração estimada de cada rota justamente para a escala do dia caber nessa jornada.
Lei 13.103/2015, que trata da jornada do motorista profissionalA carteira de uma distribuidora tem endereço residencial e telefone de pessoa física, que a LGPD classifica como dado pessoal. O link de rota expira, cada acesso fica registrado e a exportação da base pertence ao titular da conta.
Lei 13.709/2018, Lei Geral de Proteção de Dados PessoaisQuem entra agora mantém o valor da assinatura enquanto continuar assinante e ajuda a definir a fila de melhorias. Não há fidelidade, taxa de implantação nem contrato de doze meses.
Planos
A assinatura acompanha o número de veículos que saem do seu pátio. Dia cheio não custa mais caro.
Para a revenda que sai com até quatro veículos por dia.
R$147 por mês
Para quem já divide bairros entre motoristas fixos.
R$263 por mês
Para operação com mais de um galpão ou carga transferida.
R$379 por mês
Valores do acesso antecipado, mantidos enquanto a assinatura seguir ativa, com veículo adicional a R$ 29 por mês em qualquer plano.
Perguntas
Não. A sequência do dia vai por link, quase sempre colado no WhatsApp, e abre no navegador do celular. Se o motorista trocar de aparelho ou se for um chapa contratado só para aquele dia, basta reenviar o link. Não existe login, senha nem versão mínima de Android para se preocupar.
A página carrega a rota inteira quando abre, então a lista de paradas continua na tela mesmo sem sinal. As baixas feitas fora de área ficam guardadas no navegador e sobem sozinhas quando a conexão volta. O escritório enxerga o horário real de cada baixa, e não o horário em que ela chegou ao servidor.
Sim. Você importa a planilha do dia com cliente, endereço, peso e caixas, ou cola a lista direto na tela. Se o pedido nasce em sistema de vendas ou de emissão fiscal, dá para exportar de lá e importar aqui todo dia sem redigitar nada. O cadastro de cliente é feito uma vez e depois só recebe ajuste.
Não, e nem tenta. O rastreador mostra onde o veículo está e serve à segurança da carga. O Percursa define em que ordem ele deveria passar e registra o que aconteceu em cada parada. Boa parte das operações usa os dois, cada um resolvendo um problema diferente.
O primeiro roteiro sai no mesmo dia em que a carteira de clientes é importada. As janelas de recebimento podem ser preenchidas aos poucos, começando pelos clientes que já deram problema no passado. Em duas semanas de uso o cadastro fica ajustado com o que os próprios motoristas relatam na baixa.
Dá. Acima de doze veículos vale a mesma regra de R$ 29 por veículo adicional a partir do plano Pátio, e a conta é fechada junto com você. Operação com mais de um galpão, transferência entre pontos ou entrega em duas ondas por dia entra nessa conversa também. Nesses casos o teste começa por uma rota só, para você comparar com o que a sua equipe faria.
Do galpão para a rua
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Mande a lista de entregas de um dia comum e a rota volta montada, com janela de recebimento e capacidade por veículo. Você compara com a ordem que a sua equipe faria na mesa e decide depois disso.